A professora Ierecê Barbosa(2005) em seu livro " É tempo de aprender", ressalta que no processo de desenvolvimento humano a aprendizagem é fundamental. Gostaria de complementar o pensamento da autora enfatizando a importância e a contribuição das tecnologias nesse processo.O computador e outras ferramentas tecnológicas, vieram para ficar e fazer parte do nosso cotidiano, não é algo que vamos usar daqui um tempo e guardar. Essas tecnologias já estão inceridas em toda vida do homem.
Nas escolas não poderia ser diferente, e quem já descobriu essa ferramenta riquíssima, não quer saber de outra coisa. Claro que elas precisam ser usadas no momento certo, onde for possível utilizá-la como recurso, para tornar as aulas mais dinâmicas.Agilidade, informações,conhecimento são alguns dos benefícios que o computador e a internet pode nos oferecer.
Tudo isso exigi da escola, dos professores um novo perfil, mudanças,desafios, descentraliza o prédio escola como o "único lugar de aprendizagem". Max Gunther Haetinger em seu artigo " O professor,aprender e a mídia", pontua que "...é preciso entender que; a partir de agora, o aprender, que antes era cíclico, normalmente determinado por momentos muito marcado e às vezes com intervalos enormes entre uma aprendizagem e outra, torna-se constante."(2005, pg191)
Algumas importâncias do computador é colocado muito bem pelo escritor José Carlos Libâneo(2001) quando destaca: democratização de saberes, oportunidade de aprender sobre mídia e multimídia e interagir com elas,propiciar preparação tecnológica comunicacional, aprimorar o processo comunicacional entre a escola e o aluno.
Enfim a nossa cultura hoje recebe um nome engraçado cybercultura, a aprendizagem precisa atender essa demanda e as TICs fundamentam essa mediação. Uma nova geração que cresce a medida que surgem novas tecnologias, como mestres precisamos nos preparar para atender esses novos alunos, tudo isso irá nos auxiliar na nossa prática.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
O DIREITO DE VIVER A INFÂNCIA ESCOLAR
Houve um tempo em que não existia infância, muito menos escola para as crianças, pois eram conhecidas e tratadas como adulto em miniaturas. Um mundo sem cores, risos, brinquedos, sem sonhos e muito medo. Não gosto muito de pensar nessa época, pois a minha mente desenha uma imagem de um ser pequeno, indefeso,preso dentro de si .Ainda bem que, com o passar do tempo, surgiram homens e mulheres, que vieram em defesa da infância, fizeram estudos, dedicaram suas vidas para mostrar a todos que, o nome daqueles pequenos não seria mais adultos em miniatura e sim crianças com vida, anseios, sonhos e atividades próprias da sua idade. Que não poderiam mais ficar sendo escravos dos adultos. O grito de liberdade fora dado.
As cores, formas, traços e brincadeiras, começam a construir um novo mundo, um novo começo. Mais pessoas se juntaram a essa corrente e trouxeram novas maneiras de se vestir, construíram espaços onde as brincadeiras surgem de todo jeito; histórias e livros começaram a ser contadas e escritas voltadas para a infância. Leis foram criadas, dando a todas as crianças o direito de brincar( coisa que muitos morreram sem ter o direito de fazer), de ter uma escola onde pudessem inventar, desenhar, cantar, dançar, correr e imaginar um mundo assim, nem nos melhores sonhos.
Hoje em pleno século 21, parece que os estudiosos se cansaram da infância, ainda existem aqueles que lutam por esta bandeira, mas outros querem nos( se referindo a criança) prender em escolas com atividades que chamam de alfabetização, dizem às vezes com rosto duro e voz alta, que precisamos aprender a ler e escrever com 4 e 5 anos se quisermos ser doutor, eles esquecem que nós( crianças) já sabemos ler( leitura de mundo) e escrever temos a nossa maneira de fazê-la.
Agora surge um projeto de Lei 11.274/2006( crianças de 5 anos já no ensino fundamental) que quer novamente nos aprisionar, roubar de nós o tempo da infância, espaço que demorou tanto para ser conquistado. Será que os escravos que foram libertos pela Princesa Isabel, voltarão a ser escravos? Aqueles que foram inocentados voltarão a ser presos? Porque temos que voltar a sermos adultos em miniaturas. Para quê? Somente para provar que podemos codificar a leitura e escrita com 5 anos! Vejo tudo isso como uma espécie de troféu, para alguns pais e educadores, que se quer nos respeitam ou entendem.
Queremos o direito de viver a infância na escola
As cores, formas, traços e brincadeiras, começam a construir um novo mundo, um novo começo. Mais pessoas se juntaram a essa corrente e trouxeram novas maneiras de se vestir, construíram espaços onde as brincadeiras surgem de todo jeito; histórias e livros começaram a ser contadas e escritas voltadas para a infância. Leis foram criadas, dando a todas as crianças o direito de brincar( coisa que muitos morreram sem ter o direito de fazer), de ter uma escola onde pudessem inventar, desenhar, cantar, dançar, correr e imaginar um mundo assim, nem nos melhores sonhos.
Hoje em pleno século 21, parece que os estudiosos se cansaram da infância, ainda existem aqueles que lutam por esta bandeira, mas outros querem nos( se referindo a criança) prender em escolas com atividades que chamam de alfabetização, dizem às vezes com rosto duro e voz alta, que precisamos aprender a ler e escrever com 4 e 5 anos se quisermos ser doutor, eles esquecem que nós( crianças) já sabemos ler( leitura de mundo) e escrever temos a nossa maneira de fazê-la.
Agora surge um projeto de Lei 11.274/2006( crianças de 5 anos já no ensino fundamental) que quer novamente nos aprisionar, roubar de nós o tempo da infância, espaço que demorou tanto para ser conquistado. Será que os escravos que foram libertos pela Princesa Isabel, voltarão a ser escravos? Aqueles que foram inocentados voltarão a ser presos? Porque temos que voltar a sermos adultos em miniaturas. Para quê? Somente para provar que podemos codificar a leitura e escrita com 5 anos! Vejo tudo isso como uma espécie de troféu, para alguns pais e educadores, que se quer nos respeitam ou entendem.
Queremos o direito de viver a infância na escola
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